Arquivo da tag: livro

Bookcrossing – The Rembrandt Affair

Vamos espalhar cultura por São Paulo! Este é o nosso objetivo ao abandonar livros, prática conhecida como Bookcrossing.

Mais um livro solto no mundo, para ser encontrado, lido e libertado! O Bookcrossing da vez é com o livro The Rembrandt Affair escrito por Daniel Silva.

O livro, descrito no Daily Mail como “uma mistura de Jason Bourne e James Bond. Um suspense sensacional”, foi abandonado em um local muito propício e que descobri sem querer, é uma casa no Brooklyn que convida para a troca de livros e ainda disponibiliza água mineral para quem quiser.  Photo 27-03-15 12 38 16 (Cópia)

Photo 27-03-15 12 38 23 (Cópia) Photo 27-03-15 12 38 34 (Cópia) O livro em sua nova moradia temporária

Sinopse:

Em Glastonbury, na Inglaterra, um restaurador de arte é assassinado e a obra em que trabalhava – um quadro de Rembrandt nunca exposto – é misteriosamente roubada. O renomado negociante de arte Julian Isherwood sabe que só existe uma pessoa capaz de encontrar o quadro e levar os criminosos à justiça: o espião israelense e restaurador de arte Gabriel Allon.

Após sofrer um atentado, tudo o que Gabriel quer é cortar de uma vez por todas os laços com o serviço de inteligência internacional de seu país, também conhecido como “Escritório”.

Mas parece que o mundo das operações secretas ainda não está pronto para deixá-lo em paz. Apesar de sua relutância, ele acaba sendo persuadido a assumir o caso.

Ao seguir meticulosamente as pistas que o levam a Amsterdã, a Buenos Aires e, por fim, a uma mansão às margens do lago Genebra, Gabriel descobre segredos perturbadores relacionados ao roubo. Neste intricado quebra-cabeça, a pintura de Rembrandt é a peça-chave que o ajudará a desmascarar uma conspiração capaz de pôr em risco a paz mundial.

Photo 27-03-15 12 38 41 (Cópia)

Por enquanto não tenho mais informações sobre a casa, mas pelo pouco que sei é uma atitude incrível e louvável para uma cidade como São Paulo. O mais legal é que a primeira vez que passei em frente a essa casa haviam uns três ou quatros livros na prateleira, hoje (27/03) quando deixei o livro, não tinha nenhum, então é realmente um local em que há o fluxo de pessoas e troca de livros… eu, pessoalmente, fiquei surpresa e orgulhoso com quem é (são) o(s) responsável(is) por isso.

Por: Ivo

Anúncios

Dia Nacional do Livro e Semana do Livro

A Biblioteca Nacional foi trazida de Lisboa para o Brasil pela Corte portuguesa, a pedido de D. João, em 1808, e instalada em uma das salas do Hospital do Convento da Ordem Terceira do Carmo, contendo sessenta mil peças (livros, manuscritos, mapas, medalhas e estampas). A época, chamava-se Real Biblioteca. Em  29 de outubro de 1810, foi transferida para sua sede atual, no Rio de Janeiro, por isso a data escolhida para homenagear o livro no Brasil foi 29 de outubro.

Este dia foi instituído pela lei nº. 5.191, de 18/12/1966, assinada pelo presidente Costa e Silva. A Semana Nacional do Livro, comemorado de 23 a 29 de outubro, foi definida pelo decreto nº. 84.631, de 14/4/1980.

Uma breve história do livro:

Na Antiguidade, o livro era bem diferente do que conhecemos hoje, pois não existia papel para registrar a escrita. Utilizavam-se os mais diversos materiais, como: cascas de árvores, folhas de palmeiras, tabuinhas de barro ou cera, papiro, blocos de pedra ou pergaminho, obtido da pele de animais.

Os escribas egípcios registravam o cotidiano em um sofisticado material, em razão de terem descoberto que as folhas sobrepostas de uma planta que crescia às margens do rio Nilo davam um excelente papel, depois de serem separadas e coladas. Assim nasceu o papiro, que deu origem à palavra “papel” (do latim papyrus).

Quando Roma invadiu o Egito, apossou-se dos papiros escritos, que eram lavados e usados para novas escritas. Depois, os romanos inventaram um novo tipo de papel, utilizando cascas de árvores.

Na China, a escrita era feita sobre um papel rudimentar produzido com a polpa do bambu e da amoreira. Tanto os chineses como os japoneses escreviam também sobre o algodão e a seda.

Os árabes obtinham folhas de papel por meio de uma pasta de trapos. Os europeus, do século XII ao século XV, também se utilizavam de trapos moídos com goma de árvore para produzir um papel grosseiro. Os registros de grandes obras, contudo, eram feitos pelos copistas medievais sobre pergaminho.

Quando Gutenberg inventou a máquina impressora, em meados do século XV, surgiu o primeiro livro impresso: a Bíblia, considerada como o livro mais lido do mundo.

Hoje, em razão da alta tecnologia, os livros são produzidos em larga escala, nos mais diferentes tipos e padrões, abordando os mais diversificados assuntos.

Por: Ivo

O Menor Livro do Mundo

Os livros existem em diversas formas, formatos e com os mais variados temas e assuntos, como o universo do livro é enorme resolvi fazer alguns posts sobre livros fora do comum, livros que chamam a atenção pelo seu formato, pelo seu conteúdo, ou qualquer outra coisa que o torne um livro interessante, até mesmo um livro bizarro.

O menor livro impresso

O menor livro impresso do mundo ao lado de uma agulha

Começamos com o menor livro do mundo! Apenas alguns meses atrás a editora japonesa Toppan Printing anunciou a publicação de um livro de apenas 0,75 mm. O livro Shiki no Kusabana (Flores das Quatro Estações) possui 22 páginas traz ilustração da flora do Japão e os nomes de cada espécies . Só é possível ler o livro utilizando uma lente de aumento (comercializada junto com o livro). As letras possuem apenas 0,01 mm de largura.
A editora informou que iria contatar o Guiness World Records para receber o título oficial de menor livro do mundo. Atualmente o recorde é do livro Chameleon criado por Anatoliy Konenko, um artesão siberiano, em 1996 medindo 0,9 mm e com 30 páginas.

Há ainda outro recorde oficializado pelo Guiness World Records, a menor reprodução de um livro impresso. Este vai para o livro canadense Teeny Ted from Turnip Town do autor Malcom Douglas Chaplin. O livro foi produzido utilizando um feixe de íon na Simon Fraises University medindo 0,07 mm X 0,01mm. Só é possível lê-lo utilizando um microscópio eletrônico.

Reprodução do livro Teeny Ted from Turnip Town por um microscópio eletrônico

Reprodução do livro Teeny Ted from Turnip Town por um microscópio eletrônico

Por: Ivo

Guy Laramée – escultor de livros

Jamais direi que determinado livro perdeu seu valor e deve ser destruído, mas também entendo que existem livros que são considerados velhos.  Não acho que devem ir para o lixo, pessoalmente acho a idéia do Bookcrossing uma excelente solução. Certa vez me deparei com outros fins, digamos dignos, para velhos livros, vejam neste post . Agora se for “estragar” um livro, acho que a melhor maneira é como o artista Guy Laramée faz, ele transforma os livros em incríveis paisagens. Vejam algumas imagens do trabalho dele abaixo.

Por: Ivo

O Livro mais Bonito do Mundo (e o mais caro também)

Michelangelo: La Dotta Mano da editora italiana FMR é considerado o livro mais bonito do mundo, ok, beleza é um atributo relativo, mas que ele é o livro contemporâneo mais caro do mundo não tem como negar, afinal de contas ele custa 100.000 euros.

O livro vem protegido por uma capa de metal, produzido em edição limitada de 99 unidades, pesa 24 quilos com 264 páginas de papel elaborado com puro algodão, fibra por fibra à mão, não contém ácidos nem derivados de clorina, que causam a deterioração do material com o tempo. O veludo de seda que cobre a capa é confeccionado em teares antigos, que produzem somente oito centímetros de tecido por dia.

Os livros têm garantia de 500 anos. E isso não é brincadeira. “A composição do papel e dos demais materiais foi pensada pelos artesãos para perdurar. É algo seríssimo”, diz Marilena Ferrari. Ela fundou, em 1992, a ART´E, uma editora especializada em livros de arte, que comprou, em 2003, a lendária editora FMR, iniciais de Franco Maria Ricci, criada nos anos 60.

A capa do livro contém uma réplica em mármore da escultura Madonna della Scala (1491/1492), uma das primeiras obras de Michelangelo. A reprodução da escultura utilizou o mármore do tipo carrara proveniente da mesma pedreira, Il Polvaccio, onde Michelangelo costumava adquirir o material para suas obras. O mármore da capa possui três centímetros de espessura.

Uma marca d´água, feita com uma técnica usada no século XIV, reproduz a assinatura de Michelangelo em cada página do livro que relata sua vida e obra. O texto foi escrito por Giorgio Vasari, arquiteto e pintor italiano, que viveu no século XVI e considerado por especialistas o melhor biógrafo de artistas conterrâneos. Até mesmo as dimensões da obra, de 42 por 68 cm, aplicam a chamada seqüência Fibonacci – relação numérica que permite chegar a um “número de ouro”, utilizado há séculos na arquitetura, escultura e pintura para simbolizar a harmonia.

O livro foi lançado em comemoração dos 500 anos do início dos afrescos do artista na Capela Sistina, reúne 45 gravuras de desenhos e documentos do artista italiano. Além dos 33 exemplares já vendidos a pessoas físicas, outros 33 serão destinados a museus internacionais, como o do Prado, em Madri, que já recebeu a obra. Mais um lote de 33 deverá ser produzido no médio prazo com uma capa diferente (reprodução de outra escultura do artista). Agora se você ficou interessado, entre em contato conosco que teremos o maior prazer em trazer uma unidade desta obra de arte para o Brasil.

Abaixo a capa em detalhe e uma reprodução da obra original.

Madonna della Scala - Capa

Madonna della Scala - Obra

Por: Ivo

Bookcrossing – Art and Myth in Ancient Greece

Vamos espalhar cultura por São Paulo! Este é o nosso objetivo ao abandonar livros, prática conhecida como Bookcrossing.

O livro da vez é Art and Myth in Anciente Greece. O livro escrito por T.H. Carpenter explica alguns dos principais eventos da história grega e as interpretações míticas feitas pelos gregos na época. Há capítulos sobre Perseus, Hércules, Guerra de Tróia onde o autor faz um elo entre a história contado, o mito e a arte da época. O livro conta com mais de 300 ilustrações de esculturas, vasos e outros objetos pelos quais os gregos  contavam suas histórias.

Todo livro que for deixado em local pública pela Freebook terá o endereço do post no blog para que a pessoa que encontrar o livro acesse o blog e comente o que achou da experiência. Além do número BCID do site bookcrossing.com . Esperamos que a pessoa que encontre o livro goste da experiência.

"Abandonado" no Café Donuts Moema

Deixando em: Café Donuts Moema

Data: 04/05/2011