Arquivo do mês: agosto 2013

Escreva sua Resenha e Ganhe Prêmios!

Queremos incentivar as pessoas a escreverem resenhas dos livros no nosso site e por isso iremos recompensar os clientes que optaram por compartilhar sua opinião. A partir de 21/08/13 teremos um sistema de recompensas para quem que avaliar um item no site da Freebook.

Contabilizando a partir de setembro, a pessoa que tiver feito o maior número de resenhas no mês irá receber um brinde especial. Além disso, cada resenha aprovada contará um ponto.

5 – cinco pontos, recebe um cupom de 5% desconto sobre o valor total do pedido

10 – dez pontos, recebe um cupom de 5% desconto + frete grátis

Para a resenha ser aprovada ela deverá ser exclusivamente sobre o produto avaliado, não poderá ser uma cópia, nem um spam. Resenhas que ofendam, ou utilizem-se de linguajar não apropriado não serão aceitas.

Por: Ivo

Prêmio para os ganhadores da 2º edição OUR NEW CREATORS pela Doc Dog!

A Freebook vai presentear os três primeiros ganhadores da 2º Edição do OUR NEW CREATORS  com um vale para a Livraria e uma edição Limitada da Moleskine feita para a Freebook!

A votação, já está rolando >>> Vote aqui.

Que vença o melhor! rs

Por: Maíra

Doc Dog

Doc Dog

Nova Parceria – Livros na loja pop up com curadoria da AMMA para a MADE

MADE

A Freebook  acertou uma parceria com a AMMA boutique de arquitetura para fazer a seleção de livros da loja pop-up do evento MADE: Mercado, Arte, Design.

A feira de design trará ao Brasil diversos artistas, formadores de tendências e opinião, terá plataformas de discussão de alto nível de design, exposições e players internacionais interagindo com designers brasileiros de grande prestígio. A idealização do MADE é feita pelo Waldick Jatobá.

MADE – Mercado, Arte, Design –  acontecerá entre os dias 14 e 18 de no Jockey Club de São Paulo, durante a São Paulo Design Weekend.

PROGRAMAÇÃO:

QUARTA-FEIRA – 14/8

16h às 21h – Abertura para convidados e imprensa

QUINTA-FEIRA – 15/8

17h – Pieke Bergmans – designer holandesa

18h – Alex Mustonen – sócio do escritório Snarkitecture de Nova York

SEXTA-FEIRA – 16/8

17h – Beatriz Milhazes – artista plástica

18h – Maarten de Ceulaer + Bram Boo – designers belgas contemporâneos – Mediadora: Mariane Goebl – diretora do Design Miami

19h30 – Lançamento de livro – Coletivo Dulcinéia Catadora

SÁBADO – 17/8

12h – Seminário Internacional de Design Urbano
Moderadora – Ana Carla Fonseca
Participantes –  Alma Ploeger
Branca Neves

Federico Bervejillo – arquiteto uruguaio
15h30 – Papo Artesanal – Artesol

17h – Apresentação Projeto Dutch House – Gilian Schrofer

DOMINGO – 18/8

15h – Apresentação Abdi – Guto Indio Da Costa

16h – Mesa Redonda – O Móvel Brasileiro
Moderadora – Adélia Borges

Participantes – Graça Bueno – Passado Composto Século XX
Sergio Buchpiguel – Dpot
Marcos Marcelino – arquiteto da empresa Marcos Marcelino Arquitetura e Design

Exposições & Instalacões

100 anos de design holandês
A poesia das formas no design contemporâneo Belga
Artesol – Homenagem a Janete Costa
Atelier Marko Brajovik – Instalação
bARST – Mobiliário Urbano
Escola São Paulo – Alunos graduados – Mobiliário Urbano
Greco Design – Passagens
Lacoste – Holiday Collector’s Series
Pieke Bergmans – High-lights
Snarkitecture – Instalação

Vamos Visitar?

Por: Maíra

O Real Custo da Compra no Exterior

Uma situação muito comum hoje em dia é quando um cliente afirma que o preço do livro está muito caro, que ele viu na Amazon por muito menos… Por isso queria comentar alguns detalhes que as pessoas se esquecem na hora de calcular o preço do produto importando.

É impossível negar que com o avanço da tecnologia comprar um produto fora do Brasil é muito simples, basta um computador (ou smartphone e tablets), acesso a internet e um cartão de crédito internacional para que a pessoa tenha acesso as lojas do mundo inteiro. Agora vamos aos fatos:

Primeiro, quando uma pessoa entra em algum site e visualiza o preço em moeda estrangeira o que ela faz? Multiplica o valor do produto pela cotação da moeda, provavelmente busca por um conversor de moedas online e quando olha o resultado pensa “que absurdo, no Brasil eu pagaria muito mais”. Aqui já ocorre o primeiro erro. Cotações online e conversores de moeda utilizam-se da cotação oficial do câmbio, ou seja, se você estiver operando no mercado financeiro e for comprar ou vender moeda estrangeira seria este o valor que você pagaria, porém neste caso a pessoa irá pagar a cotação do câmbio do cartão de crédito que é sempre maior que a cotação real da moeda.

Segundo, as pessoas nunca calculam os impostos. Desde 06/03/2012 os gastos no cartão de crédito realizados no exterior são taxados com a alíquota de 6,38% para o IOF (Impostos Sobre Operações Financeiras). Além disso há o II (Imposto de Importação), IPI (Imposto Sobre Produto Industrializado) e o ICMS (Impostos Sobre Circulação de Mercadoria e Serviços). De acordo com o Artigo 150 da Constituição Federal os livros são isentos de II, IPI e ICMS, porém no caso de outra mercadoria o consumidor irá pagar 60% sobre o valor convertido do produto mais frete.

Terceiro, frete, devoluções, danos, trocas e perdas. O último ponto é uma questão que muitas vezes passa batida. Ao ver o preço do produto num site internacional as pessoas não consideram o valor do frete e já acham que é muito mais barato que comprar localmente, livros são objetos pesados, logo os fretes são altos. Sem contar que ao comprar num site internacional provavelmente o consumidor não terá garantia de recepção, a caixa pode chegar amassado, o livro estrago e o site que vendeu não terá nenhum responsabilidade pois é uma entrega internacional e ele só se responsabiliza por entregas nacionais.

Por isso é sempre importante avaliar corretamente e considerar todos os fatos para tomar uma decisão de compra.

Por: Ivo

Papel

No recente debate entre real e virtual o papel está sempre em destaque. Alguns querem afirmar que o papel irá acabar, que não existe espaço para ele no mundo digital. Mas muitos não pensam assim. Para aqueles que são apaixonados por livros, que relacionam os sentidos de olfato e tato ao prazer de manusear um livro, de tocar o papel, sabem que o papel continuará imortal.

O papel (como papiro) surgiu no Egito há mais de 5.000 anos. Depois por volta do ano de 105 na China começaram a produzir o papel a partir de fibras vegetais e em 1844 Friedrich Gottlob Keller criou uma máquina que produzia o papel a partir da madeira em polpa, possibilitando a produção do papel em larga escala e a partir de uma fonte renovável de matéria prima. Hoje o papel consistem em 99% de água e o resto é madeira em polpa, cálcio e tinta.

Etapas do processo de produção do papel na China

Etapas do processo de produção do papel na China

Agora que já falei um pouco sobre a história do papel fica fácil entender porque ele é importante até hoje. Um invento que existe há mais de 5.000 e continuamente registrou os pensamentos e conhecimento da humanidade tem muito o que contar e temos muito o que aprender com ele. Por isso a importância do debate sobre a relação entre o papel e o virtual e sua importância no futuro. Para desenvolver esta discussão a produtora de papel Arctic Paper S.A . patrocina três bolsas (julho, agosto e setembro de 2013) para artistas debaterem e criarem trabalhos sobre a tensão entre Analógico X Digital e encontrar qual é o lugar do papel na era digital.

Para os amantes do papel a Arctic Paper desenvolveu o Munken Works distribuído pela editora Steidl. Mas o que é Munken Works? Um presente sofisticado? Um sketchpad? Um elemento de design? Ou uma fonte de inspiração para novas ideias? Ele é tudo isso e mais, ele é a prova de que o papel está vivo e continuará assim.

Munken Works

Munken Works

Abaixo a carta escrita pelo editor da Steidl, Gerhard Steidl e Wolfgang Lübbert da Arctic Paper, em defesa do papel.

Papel

Munken Works from MUNKEN WORKS on Vimeo.

Por: Ivo